Magnitsky: Viviane Moraes é a próxima, indica jornalista

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O próprio ex-colega Marco Aurélio Mello o chamou de “xerife do STF“.

A enigmática publicação da coluna do jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo, que noticia a possível inclusão da advogada Viviane de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, na lista de atingidos pela Lei Magnitsky, acende um novo alerta sobre os ministros do STF.

O ministro Alexandre de Moraes foi sancionado por cometer abuso de autoridade e violação de direitos e garantias fundamentais. Críticos, incluindo Elon Musk e Jair Bolsonaro, chegam a chamá-lo de “ditador que usa toga” ou que age com “traços autoritários” ao suspender perfis em redes sociais e ordenar prisões preventivas. O próprio ex-colega Marco Aurélio Mello o chamou de “xerife do STF“.

O governo dos Estados Unidos aplicou a Lei Magnitsky contra Moraes, citando suas decisões contra cidadãos americanos e mídias sociais e sua atuação no inquérito dos atos de 8 de janeiro. A Lei Magnitsky é uma norma que prevê sanções a agentes de governos estrangeiros acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos. As punições incluem a proibição de entrada nos EUA, o bloqueio de bens e propriedades sob jurisdição americana e a restrição a transações com cidadãos ou empresas americanas.

A inclusão da advogada Viviane de Moraes na lista da Lei Magnitsky, a partir de informações fornecidas por Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro, sugere que a pressão contra Alexandre de Moraes se estende à sua família. Viviane atua em processos milionários que, eventualmente, poderiam ser julgados pelo marido no Supremo Tribunal Federal. Isso levanta a questão sobre a possível estratégia de Moraes de usar o nome de sua esposa para contornar as sanções impostas pelos Estados Unidos.

 

 

 

Por: Pablo Carvalho

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