Albert Einstein vai administrar Hospital Central em Cuiabá, funcionamento começa em setembro

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Proposta foi aprovada por maioria dos deputados estaduais e, segundo os parlamentares, representa um marco na saúde pública de Mato Grosso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) aprovou nesta quarta-feira (16), em duas sessões, o projeto de lei que autoriza a contratação da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein para administrar o Hospital Central, em Cuiabá. Reconhecido como o melhor hospital do Brasil e o 22º melhor do mundo, segundo ranking da revista norte-americana Newsweek, o Albert Einstein assume a gestão da unidade que ofertará atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A assinatura do contrato entre o Governo do Estado e a instituição está marcada para o dia 22 de abril. A proposta foi aprovada por maioria dos deputados estaduais e, segundo os parlamentares, representa um marco na saúde pública de Mato Grosso.

“Votamos um projeto histórico para Mato Grosso. Sem sombra de dúvidas, essa será a obra física mais importante da gestão do governador Mauro Mendes”, disse o deputado Wilson Santos (PSD). Ele destacou que a nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) permite a dispensa de licitação em casos de contratação de entidades com notória especialização, como é o caso do Albert Einstein.

 

Com 98% das obras concluídas, o Hospital Central deve ser entregue à população em setembro. O projeto, que estava paralisado há 34 anos, foi retomado em 2021 e recebeu investimentos de R$ 221,8 milhões do governo estadual.

O deputado Sebastião Rezende (União) também enalteceu a escolha da instituição. “O Albert Einstein é reconhecido por sua seriedade e competência. Quem ganha com essa gestão é a população mato-grossense”, afirmou.

Atualmente, o hospital paulista já administra 36 unidades públicas de saúde no país, incluindo cinco hospitais — dois em São Paulo, dois em Goiás e um na Bahia. Com a nova parceria em Mato Grosso, a estimativa é que a administração do Hospital Central possa gerar uma economia de até R$ 46,8 milhões por ano aos cofres públicos.

A chegada do Einstein à capital mato-grossense reforça a expectativa de um salto significativo na qualidade da saúde pública regional, com foco em atendimento de alta complexidade e gestão hospitalar de excelência.

Por Jota Passarinho

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