A verdade é que o rombo estourou sob Lula, e o PT tenta esconder esse fato com propaganda.
O PT lançou nesta semana uma campanha nas redes culpando o ex-presidente Jair Bolsonaro pelas fraudes no INSS. Nos vídeos, o partido tenta colar a pecha de “responsável” por irregularidades que vieram à tona durante a gestão Lula e que levaram à queda do presidente do INSS e do ministro Carlos Lupi.
A operação Sem Desconto, da PF e CGU, revelou que 97% dos aposentados que sofreram descontos não autorizaram as cobranças. O escândalo explodiu no governo Lula, e forçou a exoneração de Alessandro Stefanutto e de Carlos Lupi, ambos indicados pela atual gestão.
Apesar disso, o PT tenta reescrever a história em vídeos com o selo “Verdade sobre o INSS”. Os dados da CGU, no entanto, desmontam essa versão: os repasses a sindicatos saltaram de R$ 706 milhões em 2022 para R$ 2,8 bilhões em 2024, um aumento de R$ 2,1 bilhões sob Lula.
O gráfico da CGU é claro: o volume de descontos ilegais explodiu em 2023 e 2024. Durante o governo Bolsonaro, os valores se mantiveram estáveis, sem saltos. Foi a partir do retorno do PT ao poder que o esquema se multiplicou, beneficiando entidades que burlavam autorizações dos beneficiários.
Em audiência no Senado, o ministro Wolney Queiroz tentou transferir a responsabilidade para o governo anterior, mas o senador Sérgio Moro rebateu apontando a demora do governo Lula em agir mesmo após os alertas da CGU. A tentativa de culpar Bolsonaro parece estratégia para encobrir omissão.
O deputado Nikolas Ferreira também reagiu, chamando o escândalo de “o maior roubo contra aposentados da história”. Já André Janones apareceu em vídeo com estética publicitária para defender Lula. No centro do embate, estão os aposentados, usados como escudo para disputas de narrativa.

PNN





