Para Malafaia, não resta dúvida de que o ministro do STF…
O pastor e empresário Silas Malafaia reagiu com indignação à notícia da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. A medida foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta violação de restrição imposta pela Corte.
Para o líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), a decisão de Moraes seria um erro. “Nós não temos justiça nesse país, temos Alexandre de Moraes, não temos STF, temos Alexandre de Moraes, não tem Ministério Público, tem Alexandre de Moraes”, criticou.
Chamando o ministro de “desgraçado” e “ditador da toga”, o pastor voltou a pedir o impeachment do magistrado, dizendo que se isso não ocorrer, o Brasil será prejudicado gravemente por sansões internacionais, não apenas dos Estados Unidos, mas também da Europa.
Em entrevista para a Globo News, o advogado Renato Stanziola Vieira, que é mestre e doutor em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo (USP), também criticou a decisão de Moraes, classificando-a como um equívoco e exagero.
“Me parece que o ministro Alexandre de Moraes se equivocou. Seja no momento em que tratou de uma medida cautelar, que não é autônoma como se fosse, seja na medida em que delimitou, ao meu ver, excessivamente o contato e o exercício de comunicação [de Bolsonaro]”, disse ele.
“Vai chegar a hora”
Para Malafaia, não resta dúvida de que o ministro do STF sofrerá, por vias legais, as consequências dos seus alegados erros jurídicos. “Vai chegar a hora desse ditador”, continuou o pastor.
“Ele tem que tomar um impeachment, ser julgado e preso pelo bem do estado democrático brasileiro. Vai chegar a hora dele por vias legais, por pressão do povo, por pressões internacionais e pela justiça de Deus”, concluiu.
Em nota oficial, o governo dos Estados Unidos também condenou a prisão domiciliar de Bolsonaro, reforçando a crítica sobre a figura do magistrado brasileiro.
“O juiz Moraes, agora um violador de direitos humanos sancionado pelos EUA, continua a usar as instituições brasileiras para silenciar a oposição e ameaçar a democracia. Impor ainda mais restrições à capacidade de Jair Bolsonaro de se defender em público não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar”, diz o documento.
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