Jogadores caros, técnico milionário, mas a seleção Brasileira entra de salto alto e perde para o Japão

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O termo “salto alto” voltou ao vocabulário do torcedor brasileiro…

A Seleção Brasileira voltou a decepcionar. Em mais uma atuação apática, sem brilho e com ares de superioridade mal justificada, o Brasil foi derrotado pelo Japão em amistoso internacional realizado nesta terça-feira. O placar, embora simbólico, escancara um problema mais profundo: a soberba que tem custado caro à camisa mais vitoriosa do futebol mundial.

Com um elenco avaliado em bilhões, recheado de jogadores que brilham nas principais ligas europeias, e sob o comando de um técnico que custou cifras milionárias à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a expectativa era de uma apresentação dominante. Não foi o que se viu. A equipe entrou em campo como se a vitória fosse obrigação do adversário, e não fruto de esforço próprio. O resultado? Uma derrota por 3 a 2 que deixou gosto amargo.

O Salto Alto Invisível

O termo “salto alto” voltou ao vocabulário do torcedor brasileiro. Jogadores dispersos, falta de intensidade, erros bobos de marcação e uma clara subestimação do adversário marcaram os 90 minutos da partida. O Japão, por outro lado, demonstrou tudo o que se espera de um time que encara o Brasil: respeito, mas sem medo; organização, mas com coragem.

Investimento Sem Retorno

O treinador brasileiro, cuja contratação foi celebrada com pompa, parece ainda não ter encontrado a identidade da equipe. Comandando atletas com salários milionários e perfis midiáticos, o desafio vai além da tática: é psicológico. A ausência de humildade em campo tem cobrado seu preço.

Enquanto a CBF investe pesado para reerguer a imagem da seleção após anos de instabilidade, a falta de entrega e seriedade em jogos como o de hoje contraria qualquer projeto de reconstrução.

O Que Esperar?

Se a derrota para o Japão serve como alerta, que venha com lições. O futebol moderno não permite mais que apenas o “peso da camisa” resolva partidas. É preciso trabalho, respeito ao adversário e, acima de tudo, vontade de vencer — algo que parece ter ficado no passado recente do futebol brasileiro.

Os próximos compromissos da seleção exigem mais do que nomes: pedem atitude. E, nesse momento, é isso que tem faltado.

Parmenas Alt

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