Júlio Campos defende gestão privada no DAE e descarta intervenção em Várzea Grande

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Segundo Júlio, há empresários interessados em…

O deputado estadual Júlio Campos declarou que não apoia uma intervenção no Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande neste momento. Para o parlamentar, a solução mais eficaz para os problemas históricos de abastecimento de água e tratamento de esgoto no município seria a entrada da iniciativa privada na administração do órgão.

Segundo Júlio, há empresários interessados em assumir a gestão do DAE, e essa mudança poderia resultar em um avanço estrutural significativo. Na avaliação dele, uma concessão à iniciativa privada teria capacidade de resolver, de forma definitiva, as falhas que afetam diretamente a população.
“A iniciativa privada iria administrar muito melhor o DAE do que uma intervenção agora”, afirmou.

O deputado também relacionou a crise no abastecimento ao “crescimento populacional acelerado e desordenado” que Várzea Grande vem enfrentando nos últimos anos. De acordo com dados do IBGE, a cidade possui cerca de 315 mil habitantes, mas, para Júlio, o número real é ainda maior, o que pressiona a infraestrutura urbana e revela a falta de planejamento.

Apesar das dificuldades enfrentadas pelos moradores, o parlamentar destacou que o problema não é a falta de água bruta. Ele lembrou que o município conta com quatro ou cinco estações de tratamento, mas sofreria com falhas no sistema de distribuição.
“O que falta é distribuição. Água nós temos, o problema é fazer ela chegar às casas”, ressaltou.

Para Júlio Campos, a concessão do DAE à iniciativa privada seria a única forma de modernizar o sistema e garantir eficiência no atendimento à população.
“Eu acredito que só uma empresa privada possa resolver esse problema”, concluiu.

Da Redação

Parmenas Alt

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