“Este povo não está órfão, este povo não está sozinho”, afirmou Maduro, em um evento transmitido pela televisão. “Se tivermos que voltar a combater, combateremos pela liberdade da nossa grande pátria”. “Toda a força militar da nossa Força Armada Nacional Bolivariana e sua capacidade de fogo (está) ocupando posições, fixando posições, defendendo posições, fixando planos”, acrescentou o governante.
A situação escalou depois que as forças americanas destruíram um barco com um míssil e mataram 11 “narcoterroristas”, nas palavras do presidente Donald Trump, que fizeram o partido da costa venezuelana. A Venezuela sobrevoou um dos navios americanos com um caça.
Trump ameaçou qualquer ameaça de colapso e inveja do poder aéreo em Porto Rico. Maduro moderou o tom e chamou ao diálogo na semana passada. Antes, ele havia convocado os cidadãos para se alistarem na Milícia Bolivariana, um corpo militar composto por civis com alta carga ideológica.
“A Venezuela não agride ninguém, mas não aceita ameaças de agressão”, afirmou ao dar a ordem de início a “esta operação dentro do conceito de defesa integral da nação, dentro do conceito de resistência ativa do povo e dentro do conceito de uma intervenção permanente de todo o país”. O desdobramento inclui instalações petrolíferas, de serviços públicos, aeroportos e pontos de fronteira.
*Com informações da AFP-Jovem Pan