Confira dicas de especialistas e de SBP para reforçar prevenção contínua e proteção contra o Aedes aegypti em 2026
Segundo estudo desenvolvido pela FGV em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Brasil pode registrar cerca de 1,8 milhão de casos de dengue na temporada 2025–2026. A projeção indica que aproximadamente 54% dessas ocorrências devem se concentrar no estado de São Paulo. Embora o cenário represente uma melhora em relação ao mesmo período de 2024–2025, especialistas alertam que o Aedes aegypti segue circulando de forma intensa em diversas regiões do país. Sendo assim, a prevenção continua sendo indispensável para evitar novos aumentos nos casos e conter a transmissão da doença.
Apesar da projeção indicar uma desaceleração em relação ao ciclo anterior, não significa fim do risco. O Aedes aegypti continua presente em todo o território nacional e pode se reproduzir em mínimas quantidades de água limpa, muitas vezes acumulada dentro de casa ou em áreas comuns das cidades. Com as mudanças climáticas, períodos de calor e chuvas persistentes ao longo do ano, as condições ideais para sua proliferação são ampliadas.
“As arboviroses, como a dengue em particular, continuam representando um importante desafio de saúde pública no Brasil. Apesar dos avanços recentes, a carga de doença segue expressiva, exigindo vigilância epidemiológica constante, educação em saúde e ampliação das estratégias de prevenção, incluindo imunização e controle vetorial integrados.”, declara Marco Safadi, Chefe da SBP (Serviço de Infectologia Pediátrica da Irmandade de Misericórdia da Santa Casa de São Paulo).
Por isso, medidas simples de rotina seguem sendo fundamentais para bloquear a cadeia de transmissão. A população deve continuar eliminando pontos de água parada que possam se transformar em criadouros do mosquito. Entre os cuidados essenciais estão: manter recipientes como caixas d’água, poços e tambores muito bem fechados; descartar corretamente resíduos e manter lixeiras tampadas; lavar com água e sabão recipientes de animais de estimação com frequência; eliminar água acumulada em pratos de vasos e plantas; limpar calhas e lajes para evitar retenção de água; e manter piscinas tratadas durante todo o ano. São práticas simples que evitam que ovos e larvas evoluam para mosquitos adultos.
Além do controle das áreas que acumulam água parada, a proteção individual deve fazer parte da rotina diária, especialmente em regiões com registro de transmissão ativa. O uso contínuo de repelentes corporais reduz o risco de picadas, contribuindo para interromper a circulação do vírus.
Para reforçar esse cuidado dentro e fora de casa, SBP, marca líder em inseticidas e repelentes há mais de 40 anos, oferece soluções completas de proteção contínua. Entre elas, o SBP Aerosol Ação Magnética, que possui tecnologia avançada e caça e mata até 100%* dos mosquitos escondidos e difíceis; o SBP Repelente Elétrico Líquido, que afasta mosquitos e pernilongos do ambiente, proporcionando 45 noites de sono tranquilo**; e os repelentes corporais SBP, que possuem icaridina em sua fórmula e oferecem proteção contra o mosquito da dengue, zika e chikungunya.
Apesar dos avanços, o Brasil segue em vigilância sanitária permanente contra arboviroses. A atenção às recomendações das autoridades de saúde continua essencial para evitar novos ciclos epidêmicos. “Mesmo com a queda nos números, a prevenção não pode parar. Cada pequena ação dentro de casa pode fazer a diferença na proteção da sua família e de toda a comunidade”, reforça Leticia Pires, Senior Brand Manager de SBP.
Atuação social da marca no combate ao mosquito
Além de oferecer proteção contínua dentro e fora do lar, SBP também atua no apoio às comunidades mais vulneráveis com iniciativas de conscientização e cuidado. Desde 2023, a marca realiza, em parceria com a CUFA, o projeto social “Juntos Contra o Mosquito”, que promove ações educativas sobre prevenção de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
O programa envolve mutirões de limpeza em espaços públicos e residenciais, distribuição de produtos, rodas de conversa e orientações sobre eliminação de criadouros — ampliando o acesso ao conhecimento e contribuindo para ambientes mais seguros para milhares de famílias em todo o país.





