Crise de imagem antes mesmo de começar o ano legislativo…
O novo afastamento de Chico 2000 acontece antes da retomada oficial dos trabalhos legislativos, que estava prevista para o início de fevereiro após o período de recesso e as reformas no prédio. A cena de policiais em gabinetes e a associação do nome de um vereador a operações policiais — pela terceira vez em menos de um ano no caso de Chico 2000 — reforça a tensão em torno da imagem da Câmara, já fragilizada por episódios anteriores.
Posição da defesa e continuidade do salário
A defesa do parlamentar afirma que Chico 2000 está colaborando com as investigações e pretende recorrer da decisão que determinou seu afastamento, alegando que ainda não teve acesso integral à decisão judicial.
Mesmo afastado, o vereador seguirá recebendo salário da Câmara, pois a legislação vigente e o regimento interno da Casa tratam a medida como cautelar — não implicando suspensão da remuneração durante o processo investigativo.
Suplente deve assumir vaga
Com o afastamento, a cadeira deixada por Chico 2000 deve ser ocupada pelo primeiro suplente, o vereador Fellipe Corrêa (PL). A posse dele está prevista para o dia 2 de fevereiro, quando a Câmara retoma as atividades após o recesso. Atualmente, Corrêa exerce função na prefeitura, mas deve ser exonerado a pedido para retornar ao Legislativo.
Da Redação





