Produção recorde estimada em 54 milhões de toneladas pressiona o mercado, enquanto demanda interna e atraso na colheita ajudam a conter maiores quedas
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O preço do milho disponível em Mato Grosso registrou queda de 41,03% nos últimos três meses, segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Em maio, a saca de 60 quilos era comercializada a R$ 69,80, e, em julho, está cotada a R$ 41,87.
O recuo é resultado da expectativa de uma produção recorde de 54 milhões de toneladas na safra 2024/25, superando o volume de pouco mais de 52 milhões de toneladas colhidas em 2022/23. No entanto, a queda nos preços só não foi maior devido à demanda interna firme, que tem ajudado a manter a saca acima de R$ 40.
Apesar da redução recente, o milho ainda apresenta uma alta de 3,43% na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com o Imea, a valorização está relacionada à comercialização mais adiantada da safra atual e ao atraso na colheita, que escalonou a entrada do cereal nos armazéns, evitando uma pressão ainda maior sobre os preços.
O Instituto também reforça que fatores como as cotações internacionais em Chicago e a variação do dólar seguem como referências importantes para a formação de preços no mercado interno.
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