Para ele, a falta de respostas aos recursos é um reflexo da imparcialidade do Judiciário.
Em entrevista concedida à Rádio Auriverde de Bauru nesta sexta-feira (7), o advogado do ex-deputado Daniel Silveira, Dr. Paulo Faria, voltou a apontar o que ele considera abusos do Supremo Tribunal Federal (STF) contra seu cliente. Segundo ele, se o Brasil fosse um país sério, ministros da Corte estariam fora de seus cargos e presos. Faria acusou o STF de agir de forma política, desrespeitando a lei e prejudicando cidadãos sem justificativa legal.
O advogado também apontou abusos na prisão de Silveira, que, segundo ele, tem sofrido tortura psicológica e física. Faria relatou que, apesar das solicitações para garantir direitos básicos como visitas familiares e atendimento médico, as decisões judiciais são sistematicamente ignoradas. Para ele, a falta de respostas aos recursos é um reflexo da imparcialidade do Judiciário.
Faria comparou a perseguição a Silveira à situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, criticando o uso do episódio de 8 de janeiro para afastar a oposição. O advogado afirmou que o STF tem atuado de maneira ideológica, buscando enfraquecer figuras da direita e garantir o poder de um grupo político, em detrimento da Constituição e das leis do país.
O defensor de Silveira ressaltou ainda que o STF vem utilizando um “direito penal do inimigo”, onde a Justiça é aplicada de forma seletiva, visando punir adversários políticos. Para Faria, a conduta da Corte vai contra os princípios fundamentais do Estado de Direito, enfraquecendo a confiança da população nas instituições brasileiras.





