Sobe para dez 10 o número de mortos e 21 o de feridos em Gaza

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Fontes palestinas informaram que o oficial pertencia ao Serviço de Informações da ANP, cuja maioria dos membros são filiados ao movimento nacionalista, Fatah.

O primeiro-ministro Ismail Haniyeh, afirmou esta noite na localidade de Rafah que “a guerra civil não figura no léxico nem é da cultura palestina”.

De sua parte, efetivos israelenses de operações no sul de Gaza, mataram esta manhã seis palestinos no povoado de Abasan, vizinho de Khan Yunes, e esta noite um avião não tripulado da Força Aérea causou a morte de outros três, entre eles uma menina de dois anos, e o irmão de um militante de Hamas, Ashraf Farauna, no bairro de Seyaiye, na Cidade de Gaza.

Três dos mortos de Abasan eram militantes do Hamas e uma das vítimas era um menino de treze anos. Nos tiroteios registrados nessa localidade ficaram feridas onze pessoas, quando efetivos israelenses buscavam militantes e túneis subterrâneos que servem ao contrabando de armas, informaram testemunhas e fontes médicas.

Outros dez palestinos ficaram feridos no ataque aéreo no bairro de Seyaiye, acrescentaram fontes palestinas. Os soldados não sofreram baixas, segundo os militares israelenses.

As operações militares das últimas 24 horas são as mais intensas desde a captura do soldado israelense Gilad Shalit, em 25 de junho, por comandos do Hamas e outras facções palestinas que o mantêm cativo, supostamente em Gaza.

Os militantes responderam hoje à incursão militar em Abasan, e ao ataque aéreo em Seyaiye, disparando cinco foguetes Qassam contra povoações do sul de Israel.

Dois deles caíram esta manhã e causaram danos em campos de cultivos de dois kibutz, e esta noite outros dois tiveram como alvo um gerador de eletricidade do povoado israelense de Sderot, cujos 25.000 habitantes ficaram às escuras, até que foi reativado pela Corporação de Eletricidade.

As autoridades policiais não informaram se houve vítimas entre a população civil. Sderot é uma das localidades que mais esteve exposta a esses foguetes artesanais desde que o Exército israelense saiu há pouco mais de um ano a Faixa de Gaza.

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