O debate sobre o Transporte Zero continua dividindo opiniões…
A política do Transporte Zero, implementada pelo governador Mauro Mendes (União Brasil), vem causando forte insatisfação entre milhares de pescadores profissionais e ribeirinhos de Mato Grosso. A medida, que proíbe o transporte de pescado no Estado por até cinco anos, tem gerado impactos diretos na subsistência de famílias que dependem da atividade pesqueira para sobreviver.
Com a restrição, pescadores afirmam que ficaram impossibilitados de comercializar sua produção de forma legal, o que compromete a renda e coloca em risco a manutenção de uma tradição cultural e econômica enraizada nas comunidades ribeirinhas. Muitos apontam que o governo não apresentou alternativas concretas de compensação ou políticas públicas eficazes para garantir a sobrevivência dessas famílias.
Diante do cenário, cresce a rejeição a Mauro Mendes entre os pescadores e suas famílias. O sentimento de revolta se espalha pelas comunidades ribeirinhas do Pantanal e também em cidades do interior, onde a pesca artesanal é fonte de sustento. Muitos já declararam que não irão votar no governador em futuras disputas eleitorais, em protesto contra a medida.
Além do impacto econômico, lideranças locais criticam a falta de diálogo do governo com os trabalhadores da pesca antes da implantação do Transporte Zero. Para eles, a decisão foi tomada de forma unilateral e sem considerar a realidade das famílias que vivem diretamente da atividade.
O debate sobre o Transporte Zero continua dividindo opiniões. Enquanto o governo defende a medida como necessária para preservação dos estoques pesqueiros e para o equilíbrio ambiental, pescadores e comunidades ribeirinhas veem na política um ataque à sua sobrevivência e prometem responder nas urnas.
Da Redação
Parmenas Alt





