Ele enfatizou que, enquanto o governo atual tenta calar as vozes conservadoras, o povo brasileiro se levantará para “reagir”.
O senador Magno Malta (PL-ES) não poupou críticas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante entrevista à Rádio Auriverde, nesta sexta-feira (31). “Jair Bolsonaro não está inelegível, ele é elegível”, afirmou Malta, contestando a decisão do TSE que, segundo ele, se baseou em “achismos” para questionar a elegibilidade do ex-presidente. Malta afirmou que Bolsonaro, “sem condenação em nenhuma instância”, é alvo de uma perseguição política orquestrada pelos ministros do STF e do TSE. “Jair Bolsonaro é o símbolo dos valores da vida, da fé, da liberdade”, declarou, ressaltando que o ex-presidente continua sendo “insubstituível” no cenário político brasileiro.
A entrevista também tocou em temas como a censura à liberdade de expressão e a atuação do Ministério Público. O senador criticou a recente cassação da deputada Carla Zambelli (PL-SP), afirmando que sua condenação por “abuso de poder político” é injusta e motivada por uma agenda ideológica. Malta comparou a situação de Zambelli à perseguição que outros membros da direita têm sofrido, especialmente por parte de partidos como o PSOL, que ele acusou de ser “acolhido” pelo sistema judicial enquanto o PL e outras siglas conservadoras são “perseguidos”.
O senador ainda fez um alerta sobre o avanço do que chamou de “perseguição ideológica” contra instituições cristãs, citando a Canção Nova como alvo de um processo movido pelo Ministério Público por sua postura conservadora. “Isso é puramente ideológico”, disse Malta, defendendo a liberdade religiosa e denunciando o que considera um ataque à fé cristã no Brasil. Ele enfatizou que, enquanto o governo atual tenta calar as vozes conservadoras, o povo brasileiro se levantará para “reagir”.
PNN





