Suprema Corte rejeitou nesta terça-feira (10) um recurso da defesa de Cristina e, assim, manteve uma sentença proferida em 2022 do chamado ‘caso Vialidad’ por fraude na concessão de obras rodoviárias
A Suprema Corte rejeitou nesta terça-feira (10) um recurso da defesa de Cristina e, assim, manteve uma sentença proferida em 2022 do chamado “caso Vialidad” por fraude na concessão de obras rodoviárias na província de Santa Cruz, no sul da Argentina. Segundo a ex-presidente, a Corte responde ao “poder econômico concentrado da Argentina”, e o peronismo será a única alternativa quando “desmoronar” o modelo do presidente ultraliberal Javier Milei, a quem ela também classificou como um “fantoche”.
Ela disse que, quando há funcionários públicos que agem contra os interesses do país e estão livres, “estar presa é quase um certificado de dignidade política, pessoal e histórica”. “Estão errados aqueles que pensam que dessa forma vão alcançar seus objetivos de espoliação dos argentinos. Podem me prender, mas o povo recebe salários de miséria ou perde o emprego”, afirmou. Acompanhada por seu filho Máximo Kirchner e sua cunhada Alicia Kirchner, a ex-chefe de Estado, de 72 anos, disse que iria em seguida para casa. “Vamos nos entregar, porque não fugimos. Isso é o que faz a máfia da direita. Nós, peronistas, ficamos e enfrentamos as consequências. Não somos mafiosos”, afirmou.
*Com informações da EFE-JovemPan





