Para tentar contornar a crise, a FAB também reduziu os voos para autoridades e promoveu reuniões por videoconferência.
Brasil quebrado: Sem verba para combustível, Comandante da FAB é obrigado a usar voos comerciais
Para tentar contornar a crise, a FAB também reduziu os voos para autoridades e promoveu reuniões por videoconferência.
A Força Aérea Brasileira (FAB) está enfrentando um forte corte de verbas que afeta suas operações. Com um bloqueio de R$ 2,6 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa, a FAB teve que paralisar 40 aeronaves e afastar 137 pilotos. A situação é tão crítica que o próprio comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno, tem usado voos comerciais para cumprir seus compromissos.
O corte de 17% no orçamento anual da FAB impactou até mesmo os projetos estratégicos. Isso exigiu ajustes contratuais para evitar atrasos na entrega de novas aeronaves. O alto valor dos bloqueios, somado ao fato de terem sido estabelecidos com apenas sete meses restantes no ano, causou um impacto severo em quase todas as atividades da Força Aérea.
Para tentar contornar a crise, a FAB também reduziu os voos para autoridades e promoveu reuniões por videoconferência. Mesmo com essas medidas, a falta de verba limitou o transporte, o que pode afetar até a formação de novos pilotos e a avaliação de oficiais. O baixo orçamento para manutenção, somado à alta demanda por voos, tornou a situação insustentável.
