Tom Fletcher, subsecretário-geral para Assistência Humanitária da organização, enfatizou a urgência da situação, destacando que a entrada de ajuda é crucial para evitar essa tragédia
Fletcher também mencionou que os caminhões que estão entrando em Gaza contêm alimentos e suprimentos nutricionais essenciais para os bebês. Apesar do rompimento do bloqueio total após mais de dois meses, a quantidade de ajuda permitida continua a ser restrita. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, justificou a autorização da ajuda com “razões práticas e diplomáticas”, mas reafirmou que as operações militares não cessarão. A escalada da ofensiva israelense foi condenada pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, que pediu um cessar-fogo e um aumento na assistência humanitária.
Em Gaza, equipes de emergência relataram a morte de pelo menos 44 pessoas em bombardeios, com um número significativo de vítimas sendo crianças e mulheres. No cenário interno, o chefe do Estado-maior israelense, Eyal Zamir, defendeu a ética das operações militares de Israel. Em contrapartida, Yair Golan, presidente do Partido Democrata de Israel, criticou a conduta do governo, gerando reações adversas entre outros líderes políticos do país.
JovemPan
