Medida, segundo os advogados, é necessária para garantir o pleno direito à ampla defesa, já que ex-presidente está proibido de usar celular e redes sociais como parte das medidas cautelares impostas contra ele
A defesa argumenta que a impossibilidade de contato direto por chamadas telefônicas dificulta a comunicação, especialmente porque os advogados vivem em São Paulo, enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em Brasília. Atualmente, eles têm autorização para visitá-lo sem necessidade de autorização prévia, mas pedem que essa permissão seja estendida às conversas por telefone.





