Há meses os EUA têm intensificado a presença de navios e aviões de guerra perto da costa da Venezuela, num movimento que o governo de Nicolás Maduro, em Caracas, considera preparatório para uma eventual invasão
Há meses os EUA têm intensificado a presença de navios e aviões de guerra perto da costa da Venezuela, num movimento que o governo de Nicolás Maduro, em Caracas, considera preparatório para uma eventual invasão.
Nesta semana, a Marina dos EUA anunciou que o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, chegou à área de operações da América Latina. “Reforçará a capacidade dos Estados Unidos para detectar, vigiar e desarticular os atores e atividades ilícitas que comprometem a segurança e a prosperidade do território americano e nossa segurança no hemisfério ocidental”, afirmou o porta-voz chefe do Pentágono, Sean Parnell.
A chegada do USS Gerald Ford à região coincidiu com uma nova mobilização militar da Venezuela para responder a “ameaças imperiais” e com a condenação da Rússia aos bombardeios de embarcações que supostamente transportam drogas. O último ataque foi no domingo no Pacífico. O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, informou sobre a morte de seis pessoas a bordo de duas embarcações. Já são 20 embarcações bombardeadas com pelo menos 76 mortos.
