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Fabris irá depor sobre desvio de dinheiro da Assembleia por emissão de 123 cheques

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Quase dois anos depois de garantir, via requerimento judicial, o direito de ser ouvido somente ap&oacutes o fim da instru&ccedil&atildeo de um processo, o deputado Gilmar Fabris (PSD) foi intimado a prestar depoimento no dia 28 de abril, ao Tribunal de Justi&ccedila de Mato Grosso (TJMT) sobre supostos crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

A determina&ccedil&atildeo &eacute do desembargador Pedro Sakamoto. Os crimes teriam sido praticados atrav&eacutes da emiss&atildeo de 123 cheques destinados &agrave uma empresa fantasma em 1996. Os cheques somam mais de R$ 1,5 milh&atildeo.

&Agrave &eacutepoca, o ex-deputado Jos&eacute Riva (PSD) estava &agrave frente da 1&ordf Secretaria e ordenava as despesas. Fabris era o presidente do Legislativo. O caso foi denunciado pelo Minist&eacuterio P&uacuteblico Estadual (MPE) em 2005, originando a a&ccedil&atildeo penal de 2009.

Segundo a den&uacutencia da 23&ordf Promotoria de Justi&ccedila de Defesa do Minist&eacuterio P&uacuteblico, os 123 cheques de conta corrente da Assembleia Legislativa foram sacados e depositados em nome da empresa Madeireira Paranorte e posteriormente sacados na boca do caixa por terceiros. A lista de beneficiados inclu&iacutea gr&aacuteficas, r&aacutedios, jornais, papelarias, ag&ecircncias de viagens, empresas de t&aacutexi a&eacutereo e ainda transporte rodovi&aacuterio.

As investiga&ccedil&otildees do Minist&eacuterio P&uacuteblico apontaram que a madeireira,considerada fantasma, era administrada por Agenor J&aacutecomo Clivati, servidor com cargo de confian&ccedila na ALMT. O filho de Agenor, Djan da Luz Clivati, tamb&eacutem era servidor da Assembleia, e teria a fun&ccedil&atildeo de sacar o dinheiro da conta corrente da empresa e distribuir entre os integrantes da &quotempreitada criminosa organizada&quot, segundo den&uacutencia do MPE.

No processo, o Minist&eacuterio P&uacuteblico requer que todos sejam condenados por improbidade administrativa, percam os cargos p&uacuteblicos e sejam obrigados a ressarcir o er&aacuterio. Todas as testemunhas arroladas pela defesa de Fabris, bem como as de acusa&ccedil&atildeo, j&aacute foram ouvidas. Falta apenas o interrogat&oacuterio do deputado.

Os outros tr&ecircs r&eacuteus respondem a a&ccedil&atildeo na 7&ordf Vara Criminal, sob a condu&ccedil&atildeo da ju&iacuteza Selma Regina Santos.

Outro lado

A assessoria de Gilmar Fabris foi procurada para comentar o caso, informou que o deputado est&aacute em viagem e que n&atildeo conseguiu contato. Em outras ocasi&otildees Fabris j&aacute havia dito que n&atildeo tem liga&ccedil&atildeo direta com os fatos e foi denunciado porque presidia a ALMT naquele per&iacuteodo.

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Rep&oacuterterMT

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