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Membros do PR fecham acordo com consultoria para que a economia cresça em 230%

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O Partido da República (PR) planeja um crescimento em Mato Grosso de 230% até as Eleições 2010. A estimativa partiu do presidente regional da legenda, deputado federal Wellington Fagundes, após confirmar a contratação de uma consultoria para elaborar o planejamento estratégico da sigla, uma das mais novas do país.

Segundo o dirigente, o partido tem hoje 30 mil filiados e quer alcançar 100 mil até as eleições do próximo ano. Por uma decisão dos líderes nacionais, o partido não tem formação de diretórios regionais nem municipais, funciona apenas com comissões provisórias.

Neste caso, a direção nacional impõe maior controle para eventuais mudanças no âmbito dos estados e municípios, ou seja, as indicações partem das principais lideranças políticas, com mandatos eletivos.

Na reunião da Executiva da sigla, sempre às terças-feiras, mais uma vez se discutiu o crescimento da sigla. Paralela à organização partidária, o PR tem a meta de fortalecer as candidaturas proporcionais. O temor da sigla é não alcançar a mesma bancada na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal formada por seis e dois parlamentares, respectivamente.

A agremiação também aposta na força política do governador Blairo Maggi. O grande desafio do PR, a partir do trabalho de organização, é manter no mínimo a mesma representatividade. A meta, dizem analistas, é ousada, principalmente pelo fato de o partido na eleição de 2010 não ter candidatura própria.

Um calendário de eventos, pelo interior, também está sendo elaborado para alcançar a meta da sigla. O PR nasceu em 2006 da fusão entre o PL e o Prona para atingir a cláusula de barreiras. Apesar do pouco tempo de existência, a partir da adesão do governador em 2007, o PR se tornou a maior legenda de Mato Grosso em termos de representatividade em cargos com mandato eletivo.

A bancada do PR na Assembleia é formada pelos deputados Sérgio Ricardo, Sebastião Resende, Jota Barreto, Mauro Savi, João Malheiros e Wagner Ramos. Nenhum deles eleito pelo PR. A exceção fica por conta de Barreto, que pertencia ao extinto PL. Na Câmara, além de Fagundes, pertence à sigla o deputado Homero Pereira, que foi eleito pelo PPS.

Após a confirmação do governador na disputa para uma das duas vagas ao Senado em 2010, pela sua liderança no Estado, aliada à boa avaliação popular do seu mandato, o clima na sigla e de partidos da base aliada é de otimismo, já que Maggi terá uma participação efetiva nos atos partidários.

O atual cenário estadual aponta que o PR estará no mesmo palanque do PMDB e do PT, também por força da conjuntura nacional. As três siglas fazem parte da base de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do próprio Maggi. Já existem conversas preliminares entre as principais lideranças destes partidos em Mato Grosso.

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