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O ex-prefeito e ex-deputado estadual Meraldo de Sá tem manifestado grande preocupação com a situação enfrentada pelos pequenos produtores rurais, especialmente aqueles que sobrevivem da produção de hortaliças e dispõem de poucos recursos financeiros para investir em tecnologias mais avançadas de irrigação e proteção das lavouras.
Com o período de forte calor e a redução das chuvas em diversas regiões, os agricultores familiares enfrentam dificuldades para manter a produção, garantir a qualidade dos alimentos e preservar sua renda. Segundo Meraldo de Sá, é fundamental que os produtores recebam orientação técnica e apoio para enfrentar os desafios climáticos que têm se tornado cada vez mais frequentes.
Entre as principais recomendações para minimizar os prejuízos causados pela estiagem e pelas altas temperaturas estão:
1. Utilização de cobertura do solo
A aplicação de palha, restos vegetais ou capim seco sobre os canteiros ajuda a conservar a umidade da terra, reduzindo a evaporação da água e protegendo as raízes do calor excessivo.
2. Irrigação em horários adequados
Sempre que possível, a irrigação deve ser realizada no início da manhã ou no final da tarde, períodos em que a perda de água por evaporação é menor.
3. Captação e armazenamento de água
A instalação de reservatórios, caixas d’água e sistemas simples de coleta da água da chuva pode garantir uma reserva importante para os períodos mais secos.
4. Uso de telas de sombreamento
As chamadas “sombrites” ajudam a reduzir a incidência direta dos raios solares sobre as hortaliças mais sensíveis, contribuindo para uma melhor produtividade.
5. Escolha de variedades mais resistentes
A adoção de cultivares adaptadas ao clima quente e seco da região pode reduzir perdas e aumentar a segurança da produção.
6. Planejamento da produção
O escalonamento do plantio permite distribuir melhor os riscos, evitando que toda a produção fique exposta aos mesmos períodos de calor intenso.
Meraldo de Sá ressalta que o fortalecimento da agricultura familiar é essencial para a economia local e para o abastecimento de alimentos frescos à população. Ele defende que órgãos públicos, entidades de assistência técnica e instituições de crédito ampliem o apoio aos pequenos produtores, oferecendo capacitação, orientação e acesso a linhas de financiamento adequadas à realidade do campo.
“Os pequenos produtores são responsáveis por uma parcela importante dos alimentos que chegam diariamente à mesa das famílias. Precisamos unir esforços para ajudá-los a enfrentar este momento difícil causado pelas condições climáticas”, destaca Meraldo de Sá.
A expectativa é que, com planejamento, adoção de práticas simples de manejo e apoio técnico, os agricultores consigam reduzir os impactos da estiagem e manter suas atividades produtivas com mais segurança e sustentabilidade.
Da Redação
Parmenas Alt
