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Ciência sem Fronteiras receberá investimento de R$ 2,3 milhões

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O programa Ciência Sem Fronteiras do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministério da Educação (MEC) acaba de receber um grande incentivo em forma de investimento pela Natura.

No mês passado, a companhia assinou um termo de adesão ao Programa, em Brasília, junto ao CNPq, uma das instituições de fomento que participa do Programa, destinando, entre 2012 e 2014 um investimento R$ 2,3 milhões para o Programa.

A Natura cofinanciará 100 bolsas de formação científica em instituições reconhecidas nas áreas de tecnologia e inovação pelo programa Ciência Sem Fronteiras. As bolsas serão destinadas a pesquisadores de Instituições de Ciência e Tecnologia parceiras, pesquisadores do exterior interessados em vir para o Brasil e colaboradores da Natura. Com a parceria, a companhia pretende fomentar o intercâmbio de talentos e a internacionalização da ciência e tecnologia.

Entre as iniciativas da empresa que serão contempladas no Programa, destaca-se o Centro de Tecnologia previsto para ser inaugurado no primeiro semestre de 2012, em Manaus, e que já poderá receber pesquisadores beneficiados pelo Programa.

“Nossa expectativa é contribuir diretamente para o desenvolvimento da ciência e tecnologia brasileira, auxiliando na construção de competências científicas e tecnológicas”, afirma Victor Fernandes, diretor de ciência e tecnologia, ideias e conceitos da Natura.

As modalidadesde bolsas cofinanciadas pela Natura serão: doutorado no exterior (programa de doutorado com estágio fora do país), estágio para especialistas no exterior (somente para colaboradores), pós-doutorado no exterior, pesquisador jovem talento e pesquisador visitante especial.

Segundo Glaucius Oliva, presidente do CNPq, a parceria tem o objetivo de somar os valores e facilitar a identificação de parceiros, aumentando a produção de conhecimento no país. “O Programa não seria completo sem a parceria de empresas privadas como a Natura”, disse Oliva.

A ideia da Natura é avançar ainda mais em tais parcerias, fortalecendo seu pilar de inovação. “O Ciência sem Fronteiras visa a “internacionalização” da ciência brasileira, o que também é parte de nossa estratégia de inovação, por meio da construção de redes e parcerias no exterior. Acreditamos que aderir ao Programa é uma iniciativa importante para que possamos concretizar nossos planos na área”, finalizou Victor Fernandes.

Josiane Dalmagro

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