Morte de Rafael Sperafico reabre polêmica sobre Curva do Café

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A morte do piloto Rafael Sperafico reabriu uma série de discussões sobre a Curva do Café, em Interlagos, considerada o ponto mais perigoso do autódromo. No domingo, 9, o piloto de 27 anos morreu após bater na proteção de pneus da curva e ter o carro atingido pelo veículo de Renato Russo.

“É o ponto fraco do autódromo”, afirma Carlos Col, presidente da Vicar, empresa organizadora da Stock Car. “Foi a Curva do Café que impediu que a MotoGP, por exemplo, corresse no Brasil.”

Para Col, o local precisa urgentemente de reparos. “O acidente foi terrível… É muito ruim que não haja uma área de escape na curva, pois aumentaria a segurança para os pilotos.”

A Curva do Café tem o apelido de Tamburello, pois seu raio se assemelha à curva do Circuito de Ímola, na Itália, em que morreu o piloto brasileiro Ayrton Senna, após colidir.

Por causa do acidente em Interlagos, a programação prevista para domingo após o prova da Stock Car Light, categoria que serve de base para a Stock Car, foi cancelada.

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