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Riva propõe lei de prevenção à infecção hospitalar

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A prevenção de infecção hospitalar por todo o mundo depende muito mais da instituição e de seus trabalhadores do que dos pacientes. A avaliação é do deputado José Riva (PP), que apresentou um projeto de lei onde obriga a instalação, nos hospitais da rede pública estadual, de pontos com solução anti-séptica e placas de orientações para a prevenção de infecção hospitalar.

A iniciativa de José Riva teve como base a medida proposta e integrada do X Congresso Brasileiro e o VI Congresso Pan-Americano de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar, realizados no período de 11 a 15 de setembro de 2006, em Porto Alegre (RS). Os eventos abordaram o tema na palestra “Estratégias para Melhoria da Adesão á Higienização das Mãos” e ainda, na conferência “Novas Estratégias para Reduzir Infecções Hospitalares”, que trataram dos meios para se minimizarem os riscos de infecção.

Segundo informações apresentadas no fórum, a infecção hospitalar é uma doença não relacionada com a causa básica da internação do paciente e constitui-se de uma patologia desenvolvida dentro da unidade de saúde. Ou seja, qualquer tipo de infecção adquirida após a entrada do paciente em um hospital ou após a sua alta, quando essa infecção estiver diretamente relacionada com a internação ou procedimento hospitalar, é uma infecção hospitalar. “Qualquer pessoa que é obrigada a internar-se em ambiente hospitalar está sujeita a contrair uma infecção hospitalar, que está diretamente relacionada ao tempo de internação e procedimento a ser realizado”, alertou o deputado.

No projeto, o parlamentar orienta para os cuidados em evitar o número de infecções e sua prevenção e controle que envolve medidas de qualificação da assistência hospitalar, de vigilância sanitária e outras, tomadas no âmbito do município e estado. “Sabe-se que as bactérias são transmitidas por profissionais que tratam de um doente e não lavam as mãos quando vão tocar em outro; pelo uso inadequado de equipamentos para cada procedimento hospitalar e pela falta de informação de pessoas que têm acesso ao ambiente hospitalar”, disse Riva.

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